Quem sou eu

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Eu sou uma bruxa Com rimas e razões. Eu estou em mudança como as estações. Minha mãe é a lua, Meu pai é o sol, Eu sou uma com a Deusa Terra. Eu sou uma bruxa, uma criança Pagã. Espírito da natureza da mãe selvagem Cresce dentro de mim, flui dentro de mim, Serpenteando como um córrego enfeitiçado, Encantando cada meu despertar sonhando. Eu respiro o AR da libertação, Eu tendo o FOGO da transformação, Eu bebo a Água da criação, A Magia da TERRA é minha conjuração. Eu sou uma BRUXA da sombra e ilumino-me, Do vôo das névoas e dos corvos de Avalon. Eu sou uma bruxa, com orgulho dizer Eu ...

domingo, 3 de agosto de 2008

Mabon - Autumn - Equinócio de Outono


(21 de Setembro - Hemisfério Norte) e (21 de Março - Hemisfério Sul)

Este é o segundo dos festivais da colheita (sendo Samhain o terceiro). A fraqueza do Deus já se faz sentir, e as plantações vão aos poucos desaparecendo, enquanto os estoques se enchem. Derrama-se leite sobre a terra para agradecer pela fertilidade e bondade da terra. Agora, nos fechamos, e nossos corações voltam-se para nós mesmos.
No Panteão Celta, Mabon, também conhecido como Angus, era o Deus do Amor. Nessa noite devemos pedir harmonia no amor e proteção para as pessoas que amamos. Esta é a segunda colheita do ano. O Altar deve ser enfeitado com as sementes que renascerão na primavera. O chão deve ser forrado com folhas secas.
O Deus está agonizando e logo morrerá. Este é o Festival em que devemos pedir pelos que estão doentes e pelas pessoas mais velhas, que precisam de nossa ajuda e conforto. Também é nesse festival que homenageamos as nossas Antepassadas Femininas, queimando papéis com seus nomes no Caldeirão e lhes dirigindo palavras de gratidão e bênçãos.
O período negro do ano se aproxima aos poucos. É uma data especial para evocarmos espíritos familiares, guardiões e antepassados para pedir sua ajuda e aconselhamento no período mais negro da Roda, que em pouco tempo se fará presente.
Estes festivais estão associados aos Ciclos da Terra. Como complemento, temos os festivais solares (solstícios e equinócios), perfazendo assim os oito pontos da Roda do Ano.
O estudo correto dos mitos associados a cada festival, seu simbolismo e sua linguagem mágica, faz com que tenhamos contato com seus significados mais profundos, trazendo assim a verdadeira compreensão dos mistérios.
Quando travamos contato íntimo com os mitos e lendas das deidades associadas a cada festival, percebemos que não é por acaso que o deus Lugh está associado ao período da colheita outonal, existem mil verdades a serem conhecidas por trás da vivência dos festivais.
A Celebração dos Festivais que compõem a Roda do Ano Celta resgata uma ancestral prática de Mistérios, a qual possibilita aos celebrantes a compreensão dos mais profundos significados de seu simbolismo.

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Oração a Ceridwen

"Ceridwen, Senhora do Caldeirão,
Vc que conhece os Mistérios, da Vida, da Morte e do Renascimento,
Que a Luz de seu Caldeirão, a fonte de todo Conhecimento, se espalhe sobre minha Vida, ensinando me seus Mistérios"