Tenho uma coceira nos pés Que me faz dançar rua abaixo Tenho uma comichão na barriga Que me faz abraçar a todos que encontro. Tenho uma fonte no coração Que esparge amor sobre o mundo. Conheço a Alegria do Espírito Por isso sorrio em meu coração. Sinto a Alegria de viver Por isso celebro a Luz".
Quem sou eu
- Ceridwen Luna
- Eu sou uma bruxa Com rimas e razões. Eu estou em mudança como as estações. Minha mãe é a lua, Meu pai é o sol, Eu sou uma com a Deusa Terra. Eu sou uma bruxa, uma criança Pagã. Espírito da natureza da mãe selvagem Cresce dentro de mim, flui dentro de mim, Serpenteando como um córrego enfeitiçado, Encantando cada meu despertar sonhando. Eu respiro o AR da libertação, Eu tendo o FOGO da transformação, Eu bebo a Água da criação, A Magia da TERRA é minha conjuração. Eu sou uma BRUXA da sombra e ilumino-me, Do vôo das névoas e dos corvos de Avalon. Eu sou uma bruxa, com orgulho dizer Eu ...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Epilepsia e a mitologia
A história da epilepsia é longa assim como são numerosas as crenças e superstições a ela relacionadas. Não se sabe com certeza de quando data a primeira descrição sobre crises epilépticas, mas provavelmente de 2.000 ou 3.000 anos a.C., sendo atribuída aos Sumérios.
Os romanos acreditavam que a influência dos astros celestes, em particular da lua, era de fundamental importância para determinar quem desenvolveria epilepsia, e por esse motivo, estes indivíduos na Roma Clássica eram chamados “lunáticos”. Na mesma época, os romanos acreditavam também que a epilepsia era uma doença contagiosa e que os doentes deveriam ser mantidos em locais afastados com o objetivo de proteger a população geral. Frequentemente, estas pessoas eram impedidas de entrar em templos e igrejas sob a justificativa de que poderiam “profanar e contaminar” aquele lugar santo.
Na Grécia Antiga, acreditava-se que pessoas com epilepsia eram fruto de “possessões divinas” sendo, por vezes, veneradas em templos sagrados. Nesta mesma época os gregos se referiam à epilepsia como “morbus sacer” (doença sagrada). Por outro lado, na Idade Média, acreditava-se que as crises epilépticas eram provocadas por possessões demoníacas ou por forças sobrenaturais malignas que subitamente se apoderavam do corpo e da mente do indivíduo, sendo a doença conhecida como “morbus demoniacus” (doença do demônio).
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